O que fazer em Cortona + mapa grátis

08/nov | por Deyse Ribeiro

Saiba o que fazer em Cortona, museus e monumentos para visitar, dicas de hotéis e restaurantes e ainda um mapa grátis em português!

De todas as charmosas vilas medievais da Toscana, Cortona é uma das minhas favoritas. Talvez ela ocupe um lugar especial no meu coração por causa do livro da Frances Mayes (que acabou virando o famoso filme “Sob o Sol da Toscana”). Talvez seja por essa sensação de que ali, o tempo parou e preservou o local. De qualquer maneira, Cortona será sempre uma das paradas obrigatórias no meu itinerário pela Val di Chiana.

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Cortona fica no alto de uma colina e possui raízes etruscas, que remontam ao século 4 a.c. As ruas de Cortona são fáceis de passear e possuem vistas espectaculares sobre o vale até o Lago Transimeno. Não acredite nos guias que dizem que basta algumas horas em Cortona, no mínimo um dia é necessário para poder “sentir a cidade”, o ideal são 2 dias.

A cidade hoje há 23.000 habitantes e pertence a província de Arezzo. Está a 500 metros acima do nível do mar, na parte mais alta da colina, e reserva muitas atrações turísticas, principalmente do período etrusco, romano, medieval e renascentista.

História:

A cidade de Cortona traça as suas raízes históricas no período etrusco, provavelmente foi fundada entre os séculos VI e V a.c., a cidade tornou-se ainda mais importante no século IV a.c. quando se tornou a capital do lucumonia e foram construídas as muralhas etruscas que ainda hoje podemos ver, mas que na época tinham mais de 2 km de extensão.

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Cortona se tornou primeiro aliada e depois parte do Império Romano, e os seus cidadãos receberam a cidadania romana em 89 a.c.. Com a queda do Império Romano, a cidade passou por um período de declínio significativo.

A cidade recuperou apenas no final da Idade Média, quando, no século XIII, Cortona se tornou uma comuna livre, sempre lutando com a vizinha Arezzo. Em 1325 Cortona foi elevada à categoria de diocese e foi dado o domínio a Signoria de Ranieri dei Casali, cuja família governou a cidade por 80 anos.

No início do século XV Cortona se tornou parte do território de Florença e, em seguida, seguiu a história do Grão-Ducado da Toscana.

Quando visitar:

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Cortona “acorda” na primavera, mas no começo de abril começa a ser muito ativa. Entre maio e junho tem o maior fluxo de turistas, que tende a se normalizar em julho e agosto. No outono a cidade volta a vibrar até outubro, cheia de turistas estrangeiros. A cidade tende a “hibernar” em meados de novembro. Eu aconselho visitar Cortona preferencialmente na primavera ou no início do outono. Se você pretende visitar no inverno, recomendo que você faça no período das festas de Natal e Páscoa. Para evitar os meses de Janeiro e Fevereiro, pois algumas lojas e hotéis podem estar fechados para férias.

Cidades próximas:

Ao visitar Cortona, você pode visitar outras cidades próximas como: Arezzo, Lucignano, Anghiari, Monterchi e Sansepolcro (se você gosta de Piero della Francesca) e o belo castelo de Poppi – estas são apenas algumas das mais belas cidades da província de Arezzo que esperam para serem descobertas em sua viagem para a Toscana. Mas também é bem pertinho de Montepulciano e das lindas cidades da Úmbria.

Não deixe de fazer o download no Mapa Grátis de Cortona, nele há todas as informações.

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Atenção: Os números dos locais abaixo se referem aos números marcados no mapa, assim fica mais fácil localizá-lo e marcar no mapa aquilo que lhe interessa visitar. Mas quanto a ordem, eu coloquei como num trajeto na cidade, colocando aquilo que é mais próximo primeiro. Todas as informações relativas aos horários dos museus e preços de entrada se encontram no mapa.

O que ver e fazer:

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A muralha da cidade: eu começaria o passeio observando a muralha da cidade, que é muito antiga, parte dela ainda é do IV sec. a.c. Da Porta Colonia (15) a Porta Santa Maria (26) é possível observar esta parte da muralha mais antiga, com grandes pedaços de pedra. A base da muralha etrusca foi utilizada para fazer as outras partes da muralha atual, que foi ao longo do tempo sofrendo modificações. Portanto ainda temos tratos romanos e medievais na muralha.

A Porta Bifora (25) é de época etrusca, do II séc a.c., uma das poucas portas à bífora assim antigas, existente na Itália. Um dos estacionamentos melhores da cidade fica bem em frente a porta Bifora.

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Igreja de Santo Agostino (11): a Igreja é hoje desconsagrada, mas é de 1350 e há afrescos que contam a vida de Santo Agostinho. Hoje infelizmente a igreja é fechada e abre somente para eventos como congressos. Já o convento anexo é uma escola.

Piazza della Republica

Piazza della Republica – Palazzo Comunale

Piazza della repubblica é a praça principal da cidade, que todos reconhecem do filme “Sob o sol da Toscana”. A praça fica onde se cruzava o cardo e o decumanus, as ruas que compõem respectivamente eixos norte-sul e leste-oeste de Cortona na época romana, a praça que antes era o Foro Romano.

Palazzo del Capitano del Popolo

Palazzo del Capitano del Popolo

Nela fica o Palazzo del Capitano del Popolo (9),  do século XIV, hoje é sede dos correios. Este edifício foi utilizado como residência do cardeal Passerini, no século XVI. Ainda na praça fica o Palazzo Comunale (6), que data do século XII, foi originalmente formado por uma única  grande sala para reuniões do conselho, para a gestão dos assuntos políticos, culturais e religiosos. No século XVI foi ampliado no lado esquerdo, e erguida a torre do sino, e  foi construída uma imponente escadaria para o palácio.

Piazza Signorili em dia de feira, que é todo sábado.

Piazza Signorili em dia de feira, que é todo sábado. Teatro Signorili no fundo.

Próximo a Piazza della Republica, fica a Piazza Signorelli, onde encontramos o Palazzo Casali (século XVI), que desde sempre foi considerado pela população como o Palácio da Cultura na cidade e agora abriga o (5) Museo dell’Accademia Etrusca e della Città di Cortona (MAEC), da Accademia Etrusca, além da Biblioteca.

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O Museu foi fundado em 1727, quando alguns membros da Accademia Etrusca doaram as suas coleções para a criação do museu no Palazzo Casali. Restaurado em 2005, é hoje um museu arqueológico de design moderno, que combina os belos tesouros de seções romanas e etrusca, há uma seção dedicada a coleção egípcia, a história medieval da cidade, as grandes obras de arte e pintura renascentista de grandes artistas de Cortona como Luca Signorelli e Gino Severini. Existem muitas obras e objetos de imenso valor neste edifício, mas um símbolo da academia é uma lastra datada do século XVI, que retrata o Musa Polimnia, figura mitológica de grande encanto e aqui representada de uma forma simples mas harmoniosa.

À direita do Palazzo Casali ergue-se o imponente Teatro Signorelli (8), do século XIX, uma jóia do neoclássico, É enriquecido por uma bela galeria com sete arcos. O teatro é operativo e organiza eventos de todos os tipos, por isso eu recomendo, para os amantes de teatro clássico, pegar o programa mensal do teatro e aproveitar a oportunidade para visitar o belo edifício, e passar uma noite com um belo espetáculo.

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Próximo dali fica a Catedral (2) da cidade, o Duomo, que foi construído nas ruínas de um edifício antigo pagão, conhecido como Corys etrusca e sua construção original remonta ao ano 1000. No entanto, a estrutura atual é uma reestruturação renascentista. O interior é inspirado na arquitectura de Brunelleschi com colunas e com capitéis ao longo das três naves, onde se encontra uma grande quantidade de obras sacras, embora muitos tenham sido transferidas para o Museu Diocesano. Entre aqueles que ainda estão no Duomo, é a belíssima  “Adoração dos Pastores”, de Pietro da Cortona de 1663, a “Consagração da Igreja do Santíssimo Salvador”, de Andrea Commodi de 1607, e a “Nossa Senhora das Lágrimas” do século XIII.

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De frente ao Duomo fica o Museo Diocesano (1), colocado na antiga Chiesa del Gesù, e recolhe vários objetos e obras de arte das igrejas do território que pertencem à diocese. A coleção de arte foi fundada em 1945 e contém importantes obras de Pietro Lorenzetti, Fra Angelico, Bartolomeo della Gatta, Sassetta e Luca Signorelli, bem como objetos sacros de grande valor. A exposição começa com um objeto pequeno, mas de muito valor, o sarcófago romano com os Combate entre Dionísio e as Amazonas, que data do século II d.c. e foi encontrado próximo à Catedral.

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Um pouco mais distante, fica a Igreja di San Francesco (12), que foi construída por Frei Elias em 1247 sobre as ruínas das antigas termas romanas, em homenagem a São Francisco, e ali esta conservada uma sua batina, seu livro de Evangelho e um travesseiro. Obras primas de Pietro Berrettini são altares barrocos e o altar de mármore monumental que abriga os restos da Santa Cruz. Foram enterrados aqui o pintor Luca Signorelli e o Frei Elias, o sucessor de São Francisco à frente da Ordem.

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Se esforce um pouquinho e suba até a Basilica de Santa Margherita (18) , porque vale mesmo a pena, ou se quiser, pegue o carro e suba com ele, há um pequeno estacionamento ali. Esta igreja é dedicada a santa padroeira da cidade, a Santa Margherita e foi construída em sua honra em 1297 após a sua morte, mesmo ao lado da pequena igreja de San Basilio, lugar onde a santa havia escolhido como um lugar de oração.

A aparência atual é devido a uma reestruturação do século XIX. No interior do edifício está o túmulo dedicado a Santa, realizado de mármore esculpido provavelmente por Gano di Fazio, um dos fundadores da Escola de Siena durante o século XIV. No entanto, os restos mortais de Santa Margherita são mantidos em uma urna acima do altar.

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Depois de mais un pequeno trato de subida, encontramos Fortezza del Girifalco (23), realizada em 1556, a pedido do Grão-Duque da Toscana, Cosimo I de Medici, na parte mais alta, a nordeste da cidade. Foi realizada com fins defensivos, mas a Fortezza di Girifalco, nunca passou por nenhuma batalha. O edifício tem a forma de um trapézio com quatro grandes bastiões e foi construído sobre as ruínas de antigas fortificações etrusca, romana e medieval. Recentemente restaurado, é agora um centro de documentação sobre a cultura rural e área de exposição temporária.

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Do alto da colina onde fica a Fortaleza é possível tirar várias fotos maravilhosas, é o melhor local da cidade para fazer lindas fotos do panorama incrível do vale, é possível até mesmo ver o Lago Trasimeno, na Úmbria!

Fora da cidade:

Mesmo sendo fora da cidade, eu indico algumas outros monumentos interessantes:

Chiesa di Santa Maria delle Grazie al Calcinaio: Calcinaio era um tanque que usado para curtir o couro, e segundo a lenda, existia uma pintura na parede deste tanque que a Páscoa de 1484, concedeu milagres e graças aos fiéis. Nesse lugar, em seguida, foi erguido a Igreja de Santa Maria delle Grazie al Calcinaio, precisamente projetado pelo renomado arquiteto renascentista Francesco di Giorgio e daquela imagem pintada na parede, onde foi retirada a Pala pintada por Jacone “Madonna col Bambino“, hoje no altar maior do edifício. É possível ir á pé, fica a 1,3 km do centro.

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Eremo delle Celle: Ja falei dele aqui. São Francisco de Assis foi em Cortona em 1211 e fundou este Ermitério, em um ambiente agradável e tranquilo. O nome “cella“, ou em português célula, refere-se a pequenas habitações de eremitas construídas nos riachos das montanhas circundantes. O Frate Elias restaurou o local, onde você ainda pode ver a célula de São Francisco, deixada intacta após sua morte, e a igreja dedicada a Santo Antônio de Pádua. Impressionante é a cachoeira em frente ao convento, agora de propriedade dos frades capuchinhos. Leia mais aqui.  Fica a 5kms do centro.

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Parque arqueológico del Sodo: No parque se encontram várias estruturas etruscas, entre os monumentos se destacam: a “Tanella di Pitagora”, o túmulos etruscos “Melone I”e “Melone II“, e “A Villa Romana de Ossada, com seus mosaicos bem preservados. O parque está crescendo enquanto os arqueólogos e estudiosos são ativos durante todo o ano em busca de novas peças que podem completar a história da cidade. Precisamente por este motivo, o Parque Arqueológico é uma atração que merece ser visitada, oferecendo algo novo tanto para os fãs de antiguidades, quanto para os visitantes que querem passar um dia andando pela história. Fica a 2,4 kms do centro. Para fazer trekking no parque indicamos baixar o aplicativo do parque para não se perder.

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Casa Bramasole: a casa real da escritora Frances Mayers, autora de “Sob o solda Toscana” fica mesmo em Cortona, ela não fica o ano todo la, há também um casa na Inglaterra. Eu tinha muito interesse em conhecer a casa real dela, que a impulsionou a mudar assim tanto a vida dela e se mudar para Itália, e acabei descobrindo onde era, e fiz um texto aqui para o blog: A Villa Bramasole do ” Sob o sol da Toscana” em Cortona: como encontra-la.

Comer, comer…

Enquanto estiver na cidade, eis alguns conselhos gastronômicos:

  • indico muito o almoço ou jantar no Preludio, uns dos melhores restaurantes da zona, você pode ver pelas fotos dos pratos, não é um restaurante comum não, pratos muito bem apresentados e o preço não era salgado não!

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  • faça um lanche no Fiascheria la Fett’unta, um pequeno bar no centro, com ótima bruschetta, queijos e outras iguarias para um lanche, uma bebida ou uma refeição ligeira.
  • outros restaurantes que eu indico são o Caffè degli Artisti, e Osteria del Teatro, em todos dois ótimos pratos com bom preço, mas com local mais elegante.
  • não deixe de experimentar o Cortona DOC, o vinho de Cortona. A cidade possui uma posição privilegiada e um clima ameno que favorece a cultura da uva e a produção de vinhos tintos, brancos e doces desde o tempo dos etruscos. São 56 garrafas produzidas com o Cortona DOC e 28 são as vinícolas que produzem.

Eventos na cidade:

Quanto as festas mais famosas na cidade, estão aquelas de origem medieval como:

  • GIOSTRA DELL’ ARCHIDADO – 14 de junho – tem suas origens na Idade Média, e desde 1994 que os “Quintieri” , de bairros diferentes da cidade de  Cortona,  competem com balestras (armas medievais), recordando a grande festas do casamento de Francesco Casali e Antonia Salimbeni. Saiba mais aqui.
  • TORNEO DELLA CIVETTA – primeiro fim de semana de outubro – torneio regional da Liga Regional de Arcieri, jogo com o arco.

Ainda na cidade ocorrem vários festivas como o Festival de  Música Sacra em junho, o Cortona Mix Festival, um festival de música durante todo o verão.

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Horário das missas nas Igrejas da cidade:

IgrejasEndereçoHorário das missas
Cattedrale S. Maria AssuntaPiazza Duomo, Cortonano inverno às 11-12-17
no verão às 11-12-18
Chiesa di San DomenicoLargo Beato Angelico, Cortonano inverno às 11-18
no verão às11-18.30
Santuario di S. MargheritaS. Margherita, Cortonano inverno às 8-10-16
no verão às 8-10-17
Chiesa di San FilippoVia Roma, Cortonaàs 8.30-10.30
Eremo le CelleLoc. Cappuccini, Cortonaàs 10
Chiesa di San CristoforoPiazzetta S. Cristoforo, Cortonaàs 9
Chiesa dello Spirito SantoVia San Sebastiano, Cortonaàs 8
Abbazia di FarnetaLoc. Farneta, Cortonaàs 8-11.15

No sábado a missa na Catedral é às 17 hs, e na Basilica de Santa Margherita é às 16 hs (no verão às 17hs).

Onde dormir

capaHotel cortona

Hotel Cortona Resort Spa

Eu fiquei em um Hotel em Cortona, do qual já escrevi um texto aqui no blog, é o Hotel Cortona Resort Spa, um ótimo 4 estrelas com Spa, que indico muito, além de tudo, esta pertinho do centro e há estacionamento e internet.

Próximo a Cortona, em Arezzo, eu fiquei no Podere di Pomaio Green Winery, é uma casa em uma vinícola, muito boa,  casa antiga, espaçosa e com uma vista espetacular.

Também próximo, indico a casa de pedra que fiquei em Castiglione D’Orcia, escrevi sobre ela no texto Dica de Hospedagem romântica no interior da Toscana, boa dica para um casal que quer paz e tranquilidade.

Como ir:

Veja o texto – Como ir a Cortona? –  um texto da série “Como ir” para facilitar a vida de quem quer visitar a cidade, contando e explicando todas as opções de transporte de diversas cidades da Toscana para Cortona.

Não deixe de fazer o download no Mapa Grátis de Cortona, nele há todas as informações.

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Informações:

Chiesa del Gesù – Museo Diocesano
Piazza Duomo, 1
Horario: de 01.04 a 31.10 aberto das 10 às 19. De 1.11 a 31.03 aberto das 10 às 17  – Fechado ás segundas
Preço:  5
Palazzo Casali – Museu MAEC
Piazza Signorelli, 9
Fechado ás segundas e 25 de dezembro
Horario: de 01.04 a 31.10 aberto das 10 às 19. De 1.11 a 31.03 aberto das 10 às 17
Preço:  10
Fortezza di Girifalco
Piazza Santa Margherita de Cortona
Horario: de 01.04 a 31.10 aberto das 10 às 18. De 1.11 a 31.03 aberto das 11 às 13 e das 14:30 às 19
Preço: 3 euros
Igreja de Santa Maria delle Grazie al Calcinaio – 1,3 km do centro
Località Maestà del Sasso – Strada Provinciale Umbro Cortonese
Eremo dele Celle – 5 kms do centro
Endereço: Strada dei Cappuccini 1, Cortona
Sempre aberto das 7 às 19
Parco archeologico del Sodo – 2,4 km do centro
No parque se encontram várias estruturas etruscas, mas famosas são dois túmulos etruscos. Um deles abertos sob reserva e outro aberto das 08:30 as 13:00, menos nas segundas, no endereço SR71, 15, 52044 Tavarnelle . Para reservas 0575 612565.
*Para fazer trekking no parque indicamos baixar o aplicativo do parque para não se perder https://www.maecparco.it
La Tanella di Pitagora – 1,3 km do centro
A tanella  é um pequeno túmulo do período elenistico (II sec. a.c.)
Località Cinque Vie, 265, 52044 Cortona
INFORMAÇÕES TURÍSTICAS
Info Point: Piazza Signrelli, 9
de segunda a sexta das 9 às 13 e 15 -18
sábados das 9 às 13
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